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O uso do fole não se limita a acender fogueiras. Foi amplamente utilizado na produção artesanal e, mais tarde, com o desenvolvimento do fole mecânico por Vannoccio Biringuccio, famoso metalurgista veneziano do século XVI, tornou-se um instrumento essencial na atividade dos ferreiros. O fole é também utilizado como instrumento musical, sendo particularmente conhecido na Escócia e também em Portugal, sobretudo nas regiões de Trás-os-Montes e do Minho.
Para além da sua utilidade prática, existiu também um interesse estético associado ao fole. Algumas pessoas dedicavam-se à criação de foles de luxo, que passaram a ser vistos como símbolos de estatuto social.
Publicado por: Museu do Crasto